
Na Poesia completa e Prosa editada pela Nova Aguilar (1ª ed. 1968; 2ª ed. 1974), este livro aparece agrupado com outros dois (O caminho para a distância e Ariana, a mulher), sob um título (denominado "epífrafe") único: O sentimento do sublime. O responsável por tal organização foi o professor e crítico Afrânio Coutinho (1911-2000), com a concordância de Vinicius de Moraes. Neste site, o usuário pode acessar os livros pelos seus títulos originais - conforme as edições anteriores à reunião em volume pela Nova Aguilar - ou pela nomeação adotada nesta última.
Forma e exegese foi publicado em 1935 (Rio de Janeiro: Irmãos Pongetti), 173 p. A epígrafe do volume é de J. Rivière - "Je ne vois clair qu'au contact de la vie." e é dedicado a Jean-Arthur Rimbaud e Jacques Rivière.
O livro é dividido em 5 partes:
I - (De "O olhar para trás" a "Ausência" - poemas de 1 a 6)
Epígrafe de León Bloy: "Souffrir passe, avoir souffert ne passe jamais."
II - (De "O incriado" a "Agonia" - poemas de 7 a 12)
Epígrafe de uma carta de Mário Vieira de Mello: "Deus existe, eu é que não existo.", e de Mallarmé: "- Le Ciel est mort. - Vers toi, j'accours! donne, ô matière.".
III - (De "A legião dos Úrias" a "A música das almas" - poemas de 13 a 19)
Epígrafe de Goethe: "Todo o efêmero não é senão símbolo.", e de Rimbaud: "… j'ai vu quelquefois ce que l'homme a cru voir.".
IV - (De "O bergantim da aurora" a "A lenda da maldição" - poemas de 20 a 24)
Epígrafe de Rimbaud: "Mais, vrai, j'ai trop pleuré. Les aubes sont navrantes / Toute lune est atroce et tout soleil amer.".
V - (Composta pelas três partes do poema "Os malditos")
Epígrafe de Rimbaud: "Assez! voici la punition: - En Marche!".
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