Poesia
Saudade de Manuel Bandeira
Não foste apenas um segredo De poesia e de emoção Foste uma estrela em meu degredo Poeta, pai! áspero irmão. Não me abraçaste só no peito Puseste a mão na minha mão Eu, pequenino – tu, eleito Poeta! pai, áspero irmão. Lúcido, alto e ascético amigo De triste e claro coração Que sonhas tanto a sós contigo Poeta, pai, áspero irmão?
in Poemas, sonetos e baladasin Antologia Poéticain Poesia completa e prosa: "O encontro do cotidiano"
Notas