Poesia
Allegro
Sente como vibra Doidamente em nós Um vento feroz Estorcendo a fibra Dos caules informes E as plantas carnívoras De bocas enormes Lutam contra as víboras E os rios soturnos Ouve como vazam A água corrompida E as sombras se casam Nos raios noturnos Da lua perdida.
Oxford, 1939 in Poemas, sonetos e baladasin Antologia Poéticain Livro de Sonetosin Poesia completa e prosa: "O encontro do cotidiano"