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A última elegia (V)
Greenish, newish roofs of Chelsea Onde, merencórios, toutinegram rouxinóis Forlornando baladas para nunca mais! Ó imortal landscape
Na minha vida em lágrimas!
Impassévido devorador das esterlúridas? Darling, darkling I listen...
No, Im the Three Musketeers
Com que chegar ao coração da amiga.
The songs of Los; e agora
Em lúridas, muito lúridas Aventuras do amor mediúnico e miaugente... So I came
Nos bem-bons da morte e ruge menstruosamente sádica A sua sede de amor; so I came De Menaipa para Forox, do rio ao mar – e onde Um dia assassinei um cadáver aceso Velado pelas seis bocas, pelos doze olhos, pelos centevinte dedos espalmados Dos primeiros padres do mundo; so I came For everlong that everlast – e deixa-me cantá-lo A voz morna da retardosa rosa Mornful and Beátrix Obstétrix Poésia. Dost thou remember, dark love Made in London, celua, celua nostra Mais linda que mare nostrum?
Crepitante ainda nos aromas emolientes de Christ Church meadows Frio como uma coluna dos cloisters de Magdalen Queimar-me à luz translúcida de Chelsea? Fear love...
Symbols of my eagerness!
Só Deus me escuta andar...
Along the High... "I don't fear anything But the ghost of Oscar Wilde..." ô darlingest I feared... A ESTAÇÃO DE TRENS... I had to post-pone All my souvenirs! there was always a bowler-hat Or a POLICEMAN around, a stretched one, a mighty Goya, looking sort of put upon, cuja passada de cautchu Era para mim como o bater do coração do silêncio (I used To eat all the chocolates from the one-penny-machine Just to look natural; it seemed to me que não era eu Any more, era Jack the Ripper being hunted) e suddenly Tudo ficava restful and warm... – o sííííííííí Lvo da Locomotiva – leitmotiv – locomovendo-se Through the Ballad of READING Gaol até a vísão de PADDINGTON (quem foste tu tão grande Para alevantares aos amanhecentes céus de amor Os nervos de aço de Vercingetórix?). Eu olharia risonho A Rosa-dos-Ventos. S. W. Loeste! no dédalo Se acalentaria uma loenda de amigo: "I wish, I wish I were asleep". Quoth I: – Ô squire Please, à Estrada do Rei, na Casa do Pequeno Cisne Room twenty four! ô squire, quick, before My heart turns to whatever whatsoever sore! Há um grande aluamento de microerosíferos Em mim! ô squire, art thou in love? dost thou Believe in pregnancy, kindly tell me? ô Squire, quick, before alva turns to electra For ever, ever more! give thy horses Gasoline galore, but to take me to my maid Minha garota – Lenore! Quoth the driver: – Right you are, sir. * O roofs of Chelsea! Encantados roofs, multicolores, briques, bridges, brumas Da aurora em Chelsea! ô melancholy! "I wish, I wish I were asleep..." but the morning Rises, o perfume da madrugada em Londres Makes me fluid... darling, darling, acorda, escuta Amanheceu, não durmas... o bálsamo do sono Fechou-te as pálpebras de azul... Victoria & Albert resplende Para o teu despertar; ô darling, vem amar À luz de Chelsea! não ouves o rouxinol cantar em Central Park? Não ouves resvalar no rio, sob os chorões, o leve batel Que Bilac deitou à correnteza para eu te passear? não sentes O vento brando e macio nos mahoganies? the leaves of brown Came thumbling down, remember? "Escrevi dez canções...
Para a Inglaterra?
Crumpets, a glass of bitter, cap and gown... don't cry, don't cry! Nothing is lost, I'll come again, next week, I promise thee... Be still, don't cry...
Londres, 1939 |