Para uma menina com uma flor (crônicas)
Rio de Janeiro . Editora do Autor .1966

As crônicas deste livro cobrem um quarto de século de atividade jornalística do Autor. Estreou ele em jornal um ano antes da primeira aqui transcrita ("Inocência", 1941) e as últimas já são resultado de seu atual labor como cronista diário em Última Hora.
O critério cronológico impôs-se a fim de que ao leitor sinta melhor o caminho do poeta disfarçado em cronista ao longo desses cinco lustros de vida e jornalismo, que vêm da Segunda Guerra até as calamidades públicas da presente conjuntura. O poema "A brusca poesia da mulher amada" dele faz parte como oferenda especial àquela a quem o livro é dedicado, minha mulher Nelita, ou seja " a menina com uma flor". À minha jovem secretária e amiga Ana Maria, que me ajudou com zelo e inteligência a escolher e arrumar esta coletânea, um carinhoso abraço.

Rio, fevereiro de 1966
V.M.